quarta-feira, 30 de junho de 2010

JOGO DO BRASIL EM MINHA CASA

FOTO: VALDEMY TEIXEIRA





Bom gente, para quem não acreditava na vitória da seleção brasileira em cima da seleção do Chile e ficou preso em seu pessimismo...vai o meu "sinto muito". Porque nós acreditamos e nos reunimos dia 22 de junho para torcer pelos nossos "meninos".Não éramos muitos, más, o suficiente para fazermos muita bagunça. Depois, fizemos o maior carnaval...com forró é claro! E o tanto que comemos "Ave Maria". Podem até achar que o Brasil não chega nas finais, más quem disse que se vive de "achismo"? Se vive de torcidas e nossa obrigação, o mínimo que cada brasileiro deve fazer é torcer.É certo que o Brasil tem um pé na África e o outro na Europa, ainda assim somos brasileiros. "Vai que é sua Brasil"!

terça-feira, 29 de junho de 2010

DICAS PARA UMA BOA REDAÇÃO

De acordo com a professora, Sandra Ceraldi Carrasco, autora dos livros:
“Curso de Português para Concursos”, “Conjugação de Verbos para Concursos”
e “Acordo Ortográfico”, Madras Editora e das revistas “Curso de Português em Casa
1, 2 e 3”, Editora Qualidade de Vida, nesta edição, orienta os leitores quanto à construção
de parágrafos, tema importantíssimo para a elaboração e organização de sua redação.
Segundo ela o parágrafo é uma unidade de composição constituída por um ou mais de um
período, em que se desenvolve determinada ideia central, a que se agregam outras, secundárias,
intimamente relacionadas pelo sentido e logicamente decorrentes dela. É mais longo que o
período e menor que uma página impressa no livro, e a regra geral para determinar o tamanho
é o bom senso.
Os parágrafos são indicados por afastamento da margem esquerda da folha e são moldáveis
(podem ser aumentados ou diminuídos) conforme o tipo de redação. Se o escritor souber variar
o tamanho dos parágrafos, dará colorido especial ao texto, captando a atenção do leitor, do começo
ao fim.
Parágrafos curtos: a notícia possui parágrafos curtos em colunas estreitas, já artigos e editoriais costumam ter parágrafos mais longos. Revistas populares, livros didáticos destinados a alunos iniciantes, geralmente, apresentam parágrafos curtos.
Parágrafos médios - comuns em revistas e livros didáticos. Cada parágrafo médio é construído
por três períodos (50 a 150 palavras). Em cada página de livro cabem cerca de três parágrafos médios.
Parágrafos longos - as obras científicas e acadêmicas possuem longos parágrafos, por três razões: os textos são grandes e consomem muitas páginas; as explicações são complexas e exigem várias ideias e especificações, ocupando mais espaço; os leitores possuem capacidade e fôlego para acompanhá-los.
Nos parágrafos encontramos o Tópico Frasal, ideia central ou frase-síntese. Esse período orienta e
governa o resto do parágrafo e dele nascem outros períodos secundários ou periféricos. É o período
mestre, que contém a frase-chave e dirige a atenção do leitor diretamente para o tema central com o potencial de gerar ideias-filhote. Geralmente, vem no começo do parágrafo, seguido de outros
períodos que explicam ou detalham a ideia central. Algumas palavras e expressões facilitam a ligação
entre as ideias, estejam elas num mesmo parágrafo ou não. Veja:
• assim, desse modo - têm valor exemplificativo e complementar. A sequência introduzida por eles serve normalmente para explicitar, confirmar e complementar o que se disse anteriormente;
• ainda - serve, entre outras coisas, para introduzir mais um argumento a favor de determinada conclusão;
ou para incluir um elemento a mais dentro de um conjunto de ideias qualquer;
• aliás, além do mais, além de tudo, além disso - introduzem um argumento decisivo, apresentado como acréscimo. Pode ser usado para dar um “golpe final” num argumento contrário;
• mas, porém, todavia, contudo, entretanto… (conj. adversativas) - marcam oposição entre dois enunciados;
• embora, ainda que, mesmo que - servem para admitir um dado contrário para depois negar seu valor de argumento, diminuir sua importância. Trata-se de um recurso dissertativo muito bom, pois sem negar as possíveis objeções, afirma-se um ponto de vista contrário;
• este, esse e aquele - são chamados termos anafóricos e podem fazer referência a termos anteriormente expressos, inclusive para estabelecer semelhanças e diferenças entre eles.

Esse assunto foi tirado do blog da professora Sandra Ceraldi Carrasco no dia 29 de junho de 2010.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

O CONCURSO DA AGECOM NÃO É MARACUTÁIA

Até que enfim a Agecom (Agencia goiana de comunicação), divulgou a lista com os nomes
dos candidatos aprovados e classificáveis no concurso cujo as provas foram realizadas
no dia 06 de junho desse ano. Haviam vários cargos, mas Goiás em peso se inscreveu, sem
contar pessoas que vieram de outros Estados. Talvez o desejo enorme de ter uma segurança
profissional fez parecer que o resultado demorou muito a ser divulgado.
Infelizmente eu não passei dentro das vagas, fiquei entre os "classificáveis". Que acredito que
essa palavra "classificáveis" seria como um premio consolação para a maioria dos candidatos que
não conseguiram ficar dentro do número de vagas, más, que também não tiraram nota abaixo da média.
Quem está como "classificáveis" com notas boas e bem próximos dos classificados ainda tem a chance de
contar com o cadastro reserva. Porém, para quem conseguiu tirar nota somente pouco acima da média fica
a experiência de ter ao menos tentado.
Bom...aí vai a lista das pessoas que conheço que foram aprovados dentro das vagas e classificáveis. E desde
já deixo meus parabéns a todos!

Helen Fernanda Alves Martins, Analista de Comunicação -Redator aprovado dentro das vagas 5º lugar
Cláudia Santana Belo Analista de Comunicação- Assistente de Produção 2º
Brunna Marques Duarte Analista de Comunicação - Redator classificável 38º lugar
Ione Chagas Rufino Analista de Comunicação - Discotecário -Programador aprovado dentro das vagas 6º lugar
Edinaldo Antonino dos Santos Analista de Comunicação - Redator classificável 119º lugar
Gildésio Bomfim de Oliveira Alves Analista de Comunicação - Locutor Noticiarista aprovado dentro das vagas 3º lugar
Adalberto Araújo Borges do Nascimento Analista de Comunicação - Produtor Executivo classificável 28º lugar
Claudiane Rodrigues Santana Analista de Comunicação - Produtor Executivo classificável 52º lugar
Dalcione Gomes Ribeiro Analista de Comunicação - Repórter classificável 232º lugar
Virginea Dias Gomes Furtado Leite Analista de Comunicação - Repórter calssificável 276º lugar
Ana Lúcia da Silva Alves Analista de Comunicação - Repórter classificável 277º lugar
Ana Flávia Barbosa Analista de Comunicação - Repórter classificável 306º lugar
Adriano Reges de Assis Analista de Comunicação - Repórter classificável 316º lugar

quarta-feira, 23 de junho de 2010

ESSE TEXTO NÃO É MEU! MAS...ACHEI INTERESSANTE!



(Texto na Revista do Jornal O Globo)

'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço escova toda semana - e as unhas!

E, entre uma coisa e outra, leio livros.

Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic.

Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.

Primeiro: a dizer
NÃO.

Segundo:
a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.

Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.

Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.

Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.

Você não é Nossa Senhora.

Você é, humildemente, uma mulher.

E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.

Tempo para fazer nada.


Tempo para fazer tudo.

Tempo para dançar sozinha na sala.

Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.

Tempo para sumir dois dias com seu amor.

Três dias.

Cinco dias!

Tempo para uma massagem.

Tempo para ver a novela.

Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.

Tempo para fazer um trabalho voluntário.

Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.

Tempo para conhecer outras pessoas.

Voltar a estudar.

Para engravidar.

Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.

Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.

Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.

Existir, a que será que se destina?

Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.

A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.

Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.

Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!

Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.

Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C. Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.

E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'.

Martha Medeiros - Jornalista e escritora


ACIDENTES ENVOLVENDO MOTOCICLISTAS EM GOIÂNIA


Acidentes com motocicletas são cada vez mais comuns na Capital. Estatísticas da Polícia apontam que vários deles resultaram em mortes. Em determinados dias, ocorrências com motos representam a metade dos registros da corporação. Fatores como motocicleta em mau estado de conservação, falta de habilitação para dirigir, embriaguez e imprudência podem explicar o alto índice de acidentes que envolvem esse veículo.

Além disso, o aumento da frota de motos nos últimos anos engrossa as estatísticas. A grande demanda se dá porque a motocicleta é um meio de transporte de fácil aquisição e econômico. Mas oferece um risco maior ao condutor. O número de condutores que usam esse tipo de veículo em Goiânia aumenta a cada dia.

O grande fluxo desse veículo que trafega nas ruas de goiana, também é uma alegação para o aumento considerável de acidentes. As ocorrências acontecem sempre. Atitudes como ultrapassagens indevidas e passar em calçadas elevam os índices. Em cada dez acidentes, três envolvem motos.

Mesmo com tanta blitz realizada pela polícia ainda é rotina flagrar motociclistas menores de idade conduzindo esse veículo. Outra ocorrência comum é o tráfego deste tipo de veículo em passarelas destinadas a pedestres.

Acredita–se que, para diminuir o número de ocorrências, seria necessário uma revisão no processo para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Aumentar a carga horária das aulas práticas e teóricas. E intensificar o estudo da legislação de trânsito.

Os índices de acidentes poderiam ser menores se os motociclistas aliassem condução responsável com equipamentos de segurança. Vistoriar sempre a conservação do veículo, principalmente os pneus seria de suma importância.

terça-feira, 22 de junho de 2010

ISSO PODE INCOMODAR

Quantas pessoas concordariam em mudar a forma de tratar os presidiários? Não sei quantas, mas, com certeza muitas concordariam que os presos deveriam trabalhar para pagar pelos seus custos. É injusto que trabalhadores honestos paguem pelos custos dos presidiários. Seria justo se cada criminoso pagasse pelos seus custos. Como seria isso? Imagino que ao trabalharem para a redução de sua pena, também deveria ser descontado em dinheiro todo gasto que ele tivesse, como água, luz entre outros . Acredito que várias pessoas não se importam de ir para a cadeia porque terão todas as despesas pagas. E o que é melhor...sem precisar trabalhar. Seus familiares sofrem e os familiares de pessoas que não tem nada com isso também.